Como podemos te ajudar?

Coordenadora de Enfermagem das Faculdades Prominas traz esclarecimentos sobre a transmissão do COVID-19

Coordenadora de Enfermagem das Faculdades Prominas traz esclarecimentos sobre a transmissão do COVID-19

A coordenadora, que é doutora em “Ciências da Saúde” e especialista em “Controle de Infecção”, deixou também algumas orientações sobre as medidas de proteção.

Por Hellen Patriny

Sem sombra de dúvidas você já viu, ouviu ou leu alguma coisa, cujo tema era o Coronavírus.  Esse vírus, apesar ter chegado ao conhecimento populacional recentemente, é antigo e foi detectado pela primeira vez em 1960. O grande problema é que na família desse ser, existem alguns subtipos que são mais leves, mas dois deles são subtipos mais graves, que podem causar infecções no trato respiratório.

A doença com que lidamos atualmente e que tem sido pauta em todos os veículos de comunicação, é causada por uma mutação nesse vírus, que é conhecido como o Novo Coronavírus e que foi notificado a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo governo chinês, em dezembro de 2019, depois de uma série de casos de pneumonia de origem desconhecida em Wuhan, cidade asiática com 11 milhões de habitantes.

Devido a quantidade de informações e de fakenews que surgem diariamente sobre o assunto, convidamos novamente a coordenadora do curso de Enfermagem das Faculdades Prominas, que é doutora em Ciências da Saúde e especialista em Controle de Infecção, para falar mais um pouco sobre a temárica e esclarecer algumas dúvidas.

Segundo a profissional, “na transmissão  pelo ar por meio de gotículas , como é o caso do COVID-19, ocorre a passagem dos microrganismos através das gotículas liberadas durante a tosse, espirro ou fala originadas de um indivíduo fonte. Essas gotículas são maiores que 5 micra –unidade de medida equivalente a 0,001 milímetro – portanto mais pesadas. Assim, quando expelidas são depositadas nas superfícies próximas, não ultrapassando mais que 1 metro de distância”.

Joanilva explicou ainda que “quando um indivíduo susceptível inala a gotícula ou tem contato com a superfície contaminada e consequentemente leva a mão à mucosa ocular, ao nariz ou à boca, surge o risco de contaminação e adoececimento, por isso torna-se necessário a adição da precaução de contato com essas gotículas”.

A coordenadora deixou também algumas orientações sobre as medidas de proteção, como:

– manter distância de 1,5 metro  de uma pessoas para outra ;

– higienizar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool gel quando não for possível;

– evitar tocar olhos, boca e nariz com as mãos;

– limpar e desinfetar diariamente todas as superfícies de alto contato como: botões de elevador, maçanetas de porta, corrimão, controle de TV, teclado de computador, celulares, válvula de descarga, entre outros – a desinfecção das superfícies pode ser feita com álcool a 70% ou hipoclorito de sódio se não for de metal, tendo em vista que o hipoclorito é corrosivo.